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   Oi gente, tudo bem? Vem dar uma lida em um trecho do primeiro capítulo do livro, com direito a foto de capa? Aproveita e deixa seu ocntário com a hashtag #‎EuqueroAlmasPedidas‬ e vamos ver se as editoras publicam logo?




Capitulo 1: Um lugar chamado Inferno
   Cair é do que eu mais me lembro, faíscas saiam do meu corpo, e assim que atingi o chão, estava tomada por queimaduras, e dor.
   Não sei como vim parar aqui, sinto medo, estou completamente perdida e sem memória. E se esse lugar for ruim? As pessoas podem não gostar de mim!
   Me levanto em direção ao barulho, o Sol está se pondo, e o cansaço me consome ainda mais.
   Assim que viro a direita dou em uma rua, ela é de chão batido, e cheia de estabelecimentos aparentemente vazios, nenhuma alma viva circula por ai. Uma brisa passa pelos meus cabelos cacheados, aos quais estão cheios de nó.
   Um homem sai de dentro da “padaria”, carrega uma pá, e um pedaço de pão. Tento gritar mas a força falta junto com meu ar.
   Faço uma força apressando o passo, toco em seu ombro, e assim que se vira sou acertada por ele bem no joelho.
-Qual é o seu problema? - Eu.
-Desculpa, não foi a minha intenção! - Ele e diz enquanto me ajuda.
-Eu ia te pedir ajuda, mas acho que acabado de mudar de ideia. - Eu.
   Ele sorri, seus olhos são claros, e seus cabelos são loiros. Pateticamente dizendo se parece com alguém nobre, tanto de beleza quanto de força:
-Nesse lugar não se pode chegar encostando nas pessoas, ainda mais a essa hora! - Ele.
-Por que? Onde estamos? - Eu.
   Andamos em direção ao centro da rua, ele me ajuda, eu já não conseguia me mover antes, agora então...
-Ninguém sabe ao certo onde estamos, mas o lugar foi batizado de Inferno pelos moradores, é estranho não? - Ele.
-Inferno? Só falta dizer que vivem demônios aqui! - Eu.
   Sorrio e percebo sua expressão mudar...
-Podemos dizer que sim! A essa hora é muito perigoso ficar perambulando por ai, eles costumam atacar os indefesos! - Ele.
   O homem me solta, abrindo um bueiro ao qual exala um cheiro forte, e horrível.
-O que está fazendo? - Eu.
-Me escondendo e te ajudando. - Ele.
   Ele se aproxima e me ajuda a descer, logo em seguida ele pula ao meu lado, sorri, seus dentes são brancos como as nuvens de verão.
-A propósito sou Taylor! E você? - Ele.
-Eu, eu não me lembro... - Eu.
-Na verdade ninguém aqui se lembra, todos têm nomes novos, eu gosto de Taylor, e você quer ser chamada como? - Taylor.
-Eu não sei! - Eu.
-Hanna? - Taylor.
   Solto um leve sorriso e me apoio em seu ombro, estou mancando desde que fui golpeada. Andamos até uma tubulação de esgoto, depois de descermos ele para em frente a uma parede, repete as palavras: “Timor super libertas”.
   Uma porta se abre, é como se tivesse feito mágica, ou algo assim, ele parece ser uma pessoa muito boa, e poderá me ajudar a entender como vim parar aqui.
-Quem é ela? - Outro homem pergunta me ajudando!
-Hanna, eu a acertei sem querer! - Taylor.
-Muito prazer, sou Petter! - Ele.
   O único modo de ser legal, gentil, e agradável nesse momento é sorrindo! Não estou muito disposta a falar, a dor está se espalhando enquanto isso olho para Taylor e ele se aproxima com uma agulha, uma enorme agulha.
-Ei, espere um pouco... - Eu.
-Calma, eu não vou te machucar, isso é para dor! - Taylor.
   Fecho os olhos e a agulha entram na minha pele, acho que isso é a única coisa que me lembro, “Medo de agulhas”. Será que só sirvo para lembrar de coisas fúteis?

   Começo a perder os sentidos, não ouço mais nada, e muito menos sinto dor. Acho que o que ele aplicou no meu braço funcionou, até rápido demais!



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